Tu és lesa, mana?
 

 
Leseiras de uma AmaParaense
 
 

PARTICIPE!
   
 
Sábado, Dezembro 27, 2003
 
Cartumm do Biratan

Festa de Natal

Terça-feira, Dezembro 23, 2003
 
Cedulas antigas cruzeiro - 1967

doiscruzeiro.jpg

umcruzeiro.jpg

Sexta-feira, Dezembro 19, 2003
 
Olha só que leseira: eu coleciono bonecas negras e Piu-piu;
Minhas bonecas.JPG
 
Todo dia quando eu pego a estrada

Placa na BR.jpg
 
Curitiba setembro de 1980
NoeliEuRejaneset80.jpg

Eu e Luiz set80.jpg

Segunda-feira, Dezembro 15, 2003
 
Domingo 14 dez 2003 - O que dizia a liturgia de hoje:
¿Naquele tempo, as multidões perguntavam a João:¿ Que devemos fazer? João respondia: ¿Quem tiver duas túnicas, dê uma a quem não tem; e quem tiver comida , faça o mesmo!¿ (Lc3, 10-12)

O que mostrou-me a realidade de hoje:

Desde sexta-feira até a manhã deste domingo estive trabalhando em um Bazar Beneficente. Além de ficar sabendo o quanto sofre vendedor de loja, tendo que passar horas em pé, percebi mais claramente o quanto é difícil desapegar-se de bens materiais.

Doar roupas que não gostamos ou que já não nos serve mais é fácil, difícil é se livrar das coisas que tem ¿valor sentimental¿.

Tentando vencer o apego, dei uma geral no meu guarda-roupa. Cadê coragem para doar as camisetas amareladas que fazem menção à Macapá? E a camiseta que foi pintada à mão por minha comadre Malena, ou a bolsinha que a amiga Marluce bordou para minha filha? E o vestido de renda , só usado num Natal de mil novecentos e antigamente? Mesmo assim, ainda consegui me desvencilhar de muitas coisas, ficaram outras tantas para nunca serem usadas até o próximo bazar.

Mas eu não estou só, lá chegando, vejo as filhas adultas da minha amiga se surpreendendo com as roupas doadas pela mãe, sem que elas soubessem: ¿ah! Mas eu gostava tanto desse vestido!¿ . Já Aline a netinha de uma outra amiga , quando viu seus sapatinhos na exposição, correu foi pedir dinheiro para a mãe e comprou os seus próprios sapatos.
 
Personalíssimo I - Pensamentos Poderosos

Decididamente , devo me empenhar em só cultivar bons pensamentos, pois os meus estão se materializando com uma constância impressionante.

Enquanto tomava banho e esfregava as costas com a buchinha vegetal, pensava no grupo de mulheres do assentamento , com quem discuti alternativas de geração de renda. Elas poderiam produzir aquelas buchinhas e ocupar o mercado onde hoje predominam os produtos Made in China.
Em seguida , enquanto o shampoo fragrância de cupuaçu produzido por uma industria do Pará , fazia espuma nos cabelos, vi esquecido num canto , uma pulseira de contas de madeira com eneagramas chineses. Desta vez pensei nas bijuterias que as mulheres poderiam produzir com sementes de açaí , muruci, bacaba.
Minha ¿deformação¿ judaico¿cristã me fez refletir, se eu não estaria sendo egoísta , ao querer barrar as possibilidades de inserção dos produtos chineses. Qual seria a realidade da população chinesa, estariam inseridos na chamada economia solidária, ou os produtos que aqui chegam , são aqueles fabricados nos navios fábricas que exploram os pobres operários. Me dei conta de que não conhecia a realidade chinesa. E agora quem poderá me esclarecer? Socorro Mister Google! A noite eu haveria de achar algo na internet.

Fui para a clinica radiológica fazer uns exames, quando sentei e peguei a revista que estava na cadeira ao lado , na sala de espera, quase não acreditei , era um edição antiga da revista VEJA (22/1003) , cuja chamada da capa era: Reportagem Especial CHINA. A manchete: A próxima Potência e o subtítulo: em 30 anos a China será a maior economia do mundo.
Então minhas suspeitas estavam certas , eles não eram nenhum coitadinhos!
 
Personalíssimo II ¿ O Crime não compensa mesmo!

Satisfeita com o achado da reportagem sobre a China, mal havia começado a ler o sumário da revista e saber que a reportagem estava na página 122, quando fui chamada para o primeiro dos dois exames que iria fazer. Larguei a revista na cadeira e fui.
Ao retornar , a revista ainda estava lá na mesma cadeira, sentei para esperar o próximo exame e retomei a leitura. Ao invés de ir logo a reportagem que me interessava, segui folheando. Ainda estava nas páginas amarelas, quando fui chamada novamente.
Pensei em pedir a revista emprestada, ou ainda trocá-la, eu não me importaria nenhum pouco de me livrar das velhas edições da Época. Mas a cara de poucos amigos da atendente me desencorajou.


No lugar destinado a guarda das revistas, havia um cartaz dizendo: ao acabar de ler a revista, por gentileza coloque-a de volta neste lugar. Não tive dúvidas, eu não havia acabado de ler a revista, coloquei-a na minha bolsa e levei-a para casa, no dia em que viesse buscar o resultado dos exames eu a colocaria no lugar indicado.

À noite, em casa, finalmente com tempo para ler a revista, quase não acreditei quando vi que as páginas 122 a 136 tinham sido arrancadas, alguém antes de mim, se interessara pela reportagem.
 
Personalíssimo III - Alô alô papai, alô mamãe

O personalíssimo III seria destinado aos resmungos da semanais. Mas acaba de sair o resultado do vestibular da UNIR , então eu vou esquecer os resmungos e mesmo tendo consciência que o ensino superior público e gratuito está por um fio, não posso deixar de vibrar com a vitória do meu garoto , que aos 17 anos , está numa lista de privilegiados que alcançam o acesso a Universidade Federal.

Então dá licença que eu vou ali colocar o hino dos vestibulandos , criado pelo Pinduca: (A tia Ana e a Lau sabem o que é isso):
¿Alô, alô papai, alô mamãe, põe a vitrola pra tocar , pode soltar foguete que eu passei no vestibular! Eu agora não me iludo, estou com a cuca controlada , já não sou mais cabeludo, tô de cabeça raspada . tudo agora é alegria, vou alegre , pintando o sete, com a turma da folia, dando tiros de confete...¿

O pior que ele não quer cortar os cabelos que está deixando crescer, é capaz de nem comentar com os colegas lá em Manaus, só para escapar do trote.

Quinta-feira, Dezembro 11, 2003
 
Chumbinho
Eu Flaviae Papai1983.jpg

Terça-feira, Dezembro 09, 2003
 

Segunda-feira, Dezembro 08, 2003
 
MicoNoel.jpg
 
MamyNoel.jpg

Quinta-feira, Dezembro 04, 2003
 
Onde anda você Baronesa Maria Helena von Paungartten? Condesa Marluce Freire de araujo Lima?

 

 
   
  This page is powered by Blogger, the easy way to update your web site.  

Home  |  Archives